segunda-feira, 30 de maio de 2011

REALIZANDO SONHOS EM UMA DAS MELHORES FACULDADES DO MUNDO


O estudante de engenharia e matemática Nikolas Francisco Iubel, saiu de Foz do Iguaçu e foi estudar no Colégio Militar em Curitiba, onde teve oportunidade através do programa Jovens Embaixadores, que incentiva o intercâmbio cultural entre Brasil e Estados Unidos e virou bolsista  desde 2008 em uma das melhores faculdades do mundo a Stanford que só a mensalidade custa o equivalente R$ 8 mil, filho de um motorista e uma vendedora eles não tinham condições de pagar nem uma faculdade particular para o filho no Brasil e muito menos nos Estados Unidos.
Nikolas sempre foi um excelente aluno, ganhou vários anos seguidos na olimpíada de matemática ganhando espaço no Panteon do colégio, onde figuram apenas os alunos que foram primeiros colocados em suas séries durante os sete anos de estudo e obtiveram médias anuais superiores a 9,0 em todas as matérias. Em 50 anos de existência do Colégio Militar de Curitiba, apenas quatro alunos conquistaram o direito de figurar nessa galeria de honra. “Os professores do Brasil é muito mal pagos e eu como quero subir na vida vim procurar um futuro melhor”. Diz o estudante.
Os pais do estudante não têm condições nem de pagar a passagem para ele vim visitar o Brasil, quem faz isso é a faculdade. O mais longe que Nikolas tinha ido era para Argentina e Paraguaio, que faz fronteira com Foz do Iguaçu.
Nikolas já tem um emprego garantindo e não tem data para voltar para o Brasil, é mais um excelente profissional que deve trabalhar em uma das melhores empresas do mundo.

Universitários comercializam na faculdade


Alguns alunos além de trabalhar o dia todo e a noite estudarem, eles ainda tem tempo de comercializar na instituição, uns vendem bombons, produtos de revistas e até mesmo roupas. É o caso das nossas entrevistadas Lilian Céspedes e Mayara Serafim.
“faz um mês que vendo bombons e dois meses os produtos da revista natura. Isso está me ajudando muito, pois posso ajudar minha mãe que é dona de casa e até mesmo pagar minhas contas e a mensalidade”. Revela Céspedes.
Já a estudante de pedagogia Mayara Serafim vende roupas para suas colegas assim estar pagando sua faculdade. “Essas roupas me ajuda muito como não tenho nenhum trabalho fixo, com o dinheiro das vendas posso estar pagando meus estudos”. Relata a estudante.
Os estudantes acham bem interessantes essas vendas. “Às vezes preciso comprar algo mais estou sem tempos e se minha colega puder trazer para mim é bem mais ágil a compra, além disso, ajudo-a”. Diz o estudante de Publicidade Paulo Roberto.
Durante a entrevista com a estudante Lilian ela vendeu rapidamente seus bombons entre os alunos e o preço de cada um é apenas R$ 1,50 mais barato que nos outros lugares e ainda o produto vai até você. E os produtos da revista são por encomenda e pode demorar até 10 dias para a entrega.
Isso é normal nas faculdades, porém é a luta de estudantes para terem suas formações superiores, o importante é eles estarem trabalhando honestamente com ajuda de seus colegas comprando os produtos oferecidos.


segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aulas práticas de Telejornalismo encaminham estudantes ao mercado de trabalho.

Todos os anos jovens dão o ponta pé inicial na carreira ao ingressar em uma faculdade. O curso superior é o primeiro passo para a formação profissional, nessa fase decide-se qual área e ciência que o cidadão atuara. É sem dúvida um momento difícil, pois todos ninguém quer errar na decisão, todos querem acertar e trilhar o caminho do sucesso o mais rápido possível.
Todo curso tem matérias teóricas e é claro as práticas, e são as práticas que abrem a mente dos estudantes para a realidade da profissão escolhida.
No curso de Jornalismo da faculdade UDC, a matéria de Telejornalismo permite aos estudantes contato direto com um canal de televisão fechado da cidade, a Foz TV. No sexto período, os acadêmicos são responsável pelo programa Revista Acadêmica, que vai ao ar toda semana.
A produção, edição e apresentação, é toda feita pelos próprios alunos. Nesse semestre o sexto período de jornalismo tem uma turma pequena, o que aumenta o trabalho, Francielle Calegaro faz parte da turma, e sabe o trabalho que da fazer televisão.
 “Nós temos que nos desdobrar para dar conta, mas sem duvida estamos aprendendo muito, esse contato direto com as câmeras e com a produção está nos preparando para o mercado amanha”. O entusiasmo é compartilhado por outros acadêmicos, Lucia responsável pela apresentação do programa, fez questão de apresentar o ultimo programa ao vivo. “Fiz questão por que sei que isso vai fazer diferença pra mim, é uma experiência que tinha que passar, temos que fazer isso na faculdade para não fazer feio quando formos buscar o primeiro emprego na nossa área.
Vários acadêmicos que passaram pela UDC, estão trilhando um caminho virtuoso na profissão, Anderson Frigo passou pela instituição, produziu o Revista Acadêmica e hoje atua em uma repetidora da Rede Globo no Mato Grosso.
O professor Luciano Vilela responsável por supervisionar os alunos, acredita que com muito empenho e um pouco de talento, as aulas praticas podem revelar grandes profissionais.
“Assim como os que saíram daqui e foram muito bem aceitos no mercado, qualquer aluno que se dedicar e correr atrás do sonho pode alcançar um patamar muito bom na profissão. A aula prática é importante, mas sem duvida é a dedicação do aluno que dita onde ele pode chegar”.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Preconceito na Faculdade



Vivemos num mundo onde as pessoas se dizem “modernas”. Apesar disso, ainda é possível encontrar o preconceito. Preconceito de raça, sexo e outros. O preconceito contra a homossexualidade, por exemplo, surge sempre que alguém resolve revelar a preferência sexual.

Mas o que leva uma pessoa agir com preconceito? Para a psicóloga, Noeli Oro Tomio, a própria palavra diz tudo: “É uma pessoa que não tem um conhecimento sobre. O conhecimento é um processo educativo, vivemos por experiências, por situações”.

Para a psicóloga, algumas coisas estão muito ligadas ao contexto cultural em que se vive. “O meio ambiente favorece alguns conceitos que formamos. A região sul, por exemplo, tem alguns conceitos das culturas que colonizarão esta região, uma formação muito rígida. Então quanto o assunto é sexualidade existe uma relação muito preconceituosa. É muito comum ouvirmos piadas pejorativas”, exemplifica.

Tomio, sita mais um exemplo que, segundo ela estimula o preconceito: “É muito comum os meninos não ter preconceito com seu corpo, um exemplo? eles não têm porta no banheiro, já com as meninas é o contrário. Isso é uma forma de condicionar as pessoas, crescem com essa mentalidade”.

A universidade, lugar de pessoas esclarecidas, não foge a regra, volta e meia alguém se revela preconceituoso.

Estudante de jornalismo, hoje com 20 anos, o jovem Thierry, fala da própria experiência desde quando assumiu sua homossexualidade. “Descobri que gostava de pessoas do mesmo sexo aos 14 anos, com 15, 15 16 anos passei a assumir, primeiro foi com minhas amigas, depois pra todo mundo”, revela. No começo, o jovem diz que sofreu bullying homofóbico na escola. “Fui muito criticado, cheguei apanhar por isso”, diz. “Antes eu ficava triste, mas hoje não. Já passei dessa faze”.

Roberta, que também é universitária, diz que muitos amigos após saberem de sua preferência sexual passaram a agir de forma diferente. “Não dá pra entender isso. É algo que não posso conceber, cada um faz a sua escolha”.   

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Internet um mundo mais agil.


A internet começou a nascer no final da década de 50 para uso militar, e com o passar do tempo ela passou a ser ampliada para pesquisadores e governos. O que o carro e a eletricidade demorou anos para conquistar a internet conquistou em cinco anos.Com sua agilidade e fácil acesso.
A internet passou por várias modificações, começou a ter mais adeptos, pois antes para uma noticias chegar ao público demorava horas ou até dias, atualmente basta alguns segundos ou minutos para todo mundo ler o que está acontecendo em torno de você ou do mundo em geral. Atualmente a facilidade, agilidade de acesso aumentou muito.
Hoje as empresas que não divulgar seus produtos pela internet vão perder muito com isso, pois essa é a nova era e cada vez mais os consumidores estão mais exigentes as maiorias deles já hoje não saem de casa para fazer compras e com a facilidade da internet, pede direto na sua residência o u na sua empresa.
Também com a tecnologia atual você pode acessar a internet de qualquer lugar só basta estar com um celular que você fica conectado o tempo todo. Com essa novas mídias virou um vicio para todos nós. Pois Blogs, Orkut, twitter, MSN, facebook com todos esses programas só não divulga quem não quer, qualquer pessoa pode jogar vídeos, fotos e slides na internet e muitos fazem sucesso com isso hoje em dia. Tirando também a facilidade que ela trouxe para todos.
Conclui-se que atualmente que a internet fez um bem para a humanidade, assim podendo deixar todos informados e por dentro dos novos produtos que o mercado do consumidor sempre está lançando para seu público exigente, que para hoje não precisa ser rico para usá-la, pois ela é oferecida nas escolas, trabalhos e em alguns projetos de prefeituras. Pois essa é a era da mudança e informações todos temos que ficar conectados a essa tecnologia.

Opinião sobre o documéntário Janela da Alma.( João Jardim e Walter Carvalho)


JANELA DA ALMA

No começo do documentário a primeira impressão que veio em minha cabeça, que falaria sobre á visão. Dos 19 entrevistados cada um mostra seu jeito diferente de enxergar, pois nem todos eram totalmente cegos alguns tinham apenas miopia. O documentário não se resigna a tratar da visão (ou da falta dela) a partir de um lado pessimista ou limitador do que é o enxergar. É por esse motivo que o primeiro depoimento apresentado foi de Hermeto Pascal, músico multinstrumentista. Ele não consegue fixar os olhos em um único objeto. Suas pupilas se mexem ininterruptamente em diferentes direções, o que o faz descrever com bom humor, que sua vista é rica, porque enxerga mais. Para ele a visão você enxerga na imaginação e ouve pela nuca, até ele fez um comentário bem engraçado, pois não conseguir olhar para uma moça só.
O próximo comentário foi do escritor José Saramago, Para ele, a visão limitada do homem o faz ser como é. Até faz uma parábola e imagina que se Romeu tivesse os olhos de falcão, provavelmente não se interessaria por Julieta, já que ele enxergaria muito mais defeitos do que o olho humano é capaz de fazê-lo. Saramago também abordar, por exemplo, como surgiu a idéia para escrever Ensaio sobre a Cegueira, quando se perguntou como seria o mundo se todos fossem cegos. De acordo com sua reflexão, a resposta é que já somos tendo em vista à total desordem que assola o mundo, o desafeto, a miséria etc.
A cineasta Agnès Varda,a parte mais marcante dela é a hora q ela fala que fez a cirurgia nos olhos mais que ninguém percebeu a diferença,pois tudo isso ela levava dentro dela o preconceito.
A animadora Marjut Rimminen fala não do que vemos, mas de como somos vistos. Todo o trabalho dela com cinema de animação são pautados pelo sentimento de ser vista como alguém incapaz, uma pessoa a ser excluída ou subestimada por sua deficiência, e o depoimento dela fala de como tal sentimento influenciou sua vida e até proporcionou seu sucesso.
O filósofo esloveno Evgen Bavcar queira falar com suas fotografias. Bavcar se tornou cego após dois acidentes de guerras. O documentário  o fotógrafo em ação, fazendo fotografias e medindo com as mãos o foco, tateando o espaço entre a câmera e a modelo.  Mas há um determinado trecho que é revelador, quando Bavcar mostra as fotos que fez de sua sobrinha no campo. Enquanto ela corria com um sininho, ele podia seguir seus movimentos através do som. Ele explica que fotografou, na verdade, o barulho desse sino, que não aparece nas fotos. Assim, ele estaria fotografando o invisível.
O poeta Manoel de Barros, “a transfiguração é a coisa mais importante para o artista”. Ele diz isso explicando que o modo como enxerga fisicamente o mundo não influencia seu trabalho. Sendo um poeta que reinventa a língua, ele julga que o entrevistador gostaria de ouvir dele algo diferenciado sobre sua maneira de ver. Mas ele é enfático dizendo que seu trabalho é sobre a palavra. E embora seus poemas pareçam tortos, sua visão não é.
O vereador cego Arnaldo Godoy, de Belo Horizonte, conta com ótimo humor como é a vida sem enxergar nada, a hora que ele conta que deixou a filha dele cair no mar e pegou ela porque viu um vulto preto.
Os cineastas Win Wenders, com sua visão particular a respeito do olhar, conotam a perspectiva, seleção de imagens e até mesmo seu enquadramento pela retina. Ele relata que ao experimentar pela primeira vez lentes de contato, sentiu-se desconfortável, pois percebeu que precisava do enquadramento proporcionado pela armação dos óculos.
Paulo Cezar Lopez, professor de literatura, ele comenta sobre o olhar humano e do olhar animal cada um olha de um jeito e limite diferente.
Oliver Sacks,neurologista para ele a experiência é carregadas de emoções,emoção pessoal.

O que eu entendi do filme, que cada um pode enxergar de um jeito diferente, mostra-nos que o ver ou enxergar, não é simplesmente ter a visão, mas o ver além do que os olhos possam enxergar como sentimentos, vontade de descobrir o novo sem medo do preconceito e sim ver com a alma.



Superação